Você ouve falar de inteligência artificial há dois anos e continua sem saber onde ela entra na sua operação. Enquanto isso, alguém do seu setor já cortou custo, ganhou margem e está disputando preço com você.
Toda semana que passa sem automatizar é uma semana que a sua equipe gastou fazendo o que um sistema faria em segundos.
Não é sobre demitir ninguém. É sobre parar de pagar gente qualificada para copiar dado de planilha, procurar informação em PDF e digitar relatório.
O problema é que ninguém te mostrou onde a IA entra no seu processo — só te venderam ferramenta.
Os vídeos abaixo são de sistemas que eu desenvolvi e que estão operando — não são simulação de interface.
O mesmo circuito de CFTV que hoje só grava passa a enxergar: EPI faltando, trabalho em altura sem cinto, área de risco invadida, veículo parado onde não pode.
Os dados que hoje alguém consolida à mão — relatório de obra, apontamento, log de equipamento — entram sozinhos, viram indicador e disparam alerta quando saem do padrão.
Entregues para operações de grande porte, com número apurado depois da implantação — não estimativa de proposta.
Laudos técnicos que levavam semanas para serem lidos e cruzados com dados espaciais. Pipeline de OCR + modelo de linguagem com integração PostGIS.
Relatórios diários de mais de 50 obras espalhadas, consolidados à mão. Assistente RAG + coleta automática alimentando um painel único.
Conferência de equipamento de proteção feita por amostragem humana. Modelo de visão customizado gerando alerta e evidência automática.
Nomes dos clientes e detalhes técnicos apresentados sob acordo de confidencialidade, em reunião.
Vou até a sua operação, acompanho o processo e mapeio onde está o desperdício. Sem custo e sem compromisso.
Você recebe o que dá para automatizar, quanto tempo leva, quanto custa e quanto economiza. Se não fechar conta, eu digo.
Um processo, funcionando de verdade, com resultado medido. Curto de propósito: você vê antes de investir pesado.
Deu certo, escala. E sua equipe aprende a operar — o sistema fica com você, não comigo.
18 anos em projetos de engenharia numa multinacional de telecomunicações, os últimos 6 dedicados a inteligência artificial. Uma carreira que começou na área comercial e virou arquitetura de soluções — daí a conversa fluir tanto no chão de fábrica quanto na diretoria.
Quem faz o diagnóstico é quem desenha a arquitetura e escreve o código. Não existe repasse para terceiro, nem equipe júnior aprendendo no seu projeto.
Automação industrial se resolve andando pela operação, não por videochamada. Atendo pessoalmente:
Leve o processo que mais consome tempo da sua equipe. Eu digo se dá para automatizar, quanto custa e quanto volta. Se não valer a pena, eu falo na hora.